Há face, mas não vejo.
Há voz, mas não ouço.
Não há presença. Ausência?
Eu sinto e não vejo.
Pessoas choram, mas não sei o que fazer para acalentar os desesperos.
Um sentimento floresce à distância, sem apego, sem zelo, sem mimo.
E no alvorecer eu desperto livre do mal que me assola.
Tua voz ensina e ele aprende.
Aprende por gestos, por palavras, por escritos, por lembranças...
Ser alguém sem rumo, sem lugar...
Tu falas, eu não ouço, mas aprendo.
Aprendo no sonho como quem aprende na escola.
E assim eu vou sem te ver
Sem te ter, só te sentindo... Ao longe.
Feita em 09/08/09 editada em 09/01/12
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